Este blog é a oportunidade de expressar em palavras um pouco dos muitos pensamentos que estão em minha cabeça.
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
O VALOR A VIDA E AO TEMPO QUE TEMOS
terça-feira, 25 de outubro de 2016
ANSIOSO, EU?! NÃO!.....................TODOS NÓS!!!!!
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
AGNUS DEI
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
SMALLVILLE, A TEMPORADA DERRADEIRA!!!
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
V DE VINGANÇA (V FOR VENDETTA)
V de Vingança, baseado
no HQ de Alan Moore e David Lloyd, é instigante e bem atual. Nos mostra num
futuro não tão distante um país dominado pela opressão, alta censura,
vigilância, manipulação das informações e violência por aqueles que deveriam
proteger o povo. Nas palavras do diretor James McTeigue: “A história da obra é
bastante complexa. De um lado temos o protagonista que é altruísta. Acha que
pode provocar grandes mudanças se fizer com que o povo se una e perceba como o
governo de alguma maneira perdeu o controle, já que estão dando a eles o pão e
o circo de cada dia. Mas ele tem uma grande ambiguidade moral já que também
busca uma vingança homicida contra todos que lhes fizeram algum mal”.
Nos colocamos no lugar dos dois
personagens principais. Vendo por um ângulo achamos até justificável a vingança
de V (Hugo Weaving), afinal para tudo se tem limite e toda ação provoca uma reação.
Evy (Natalie Portman) precisava enfrentar seus medos. Sua relação com V provocou
mudanças mútuas. Mudanças significativas, pois todos acabam encontrando aquilo
que achavam que não seria mais possível. No fundo no fundo não queremos sair
por aí destruindo prédios ou fazendo justiça com as próprias mãos e nem mesmo viver
guiado por ideias.
Destaque para a influência da Arte (cinema,
música, pinturas) como escapismo e felicidade para encarar uma realidade cruel.
Por fim dar para afirmar que o filme possui cérebro e coração e não é apenas “mais
um” filme de ação.
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
NAMORO
O namoro vem se transformando numa triste experiência entre nós
porque perdeu o sentido. Há mais espaço para o ciúme, desconfiança e desejo de
controlar o outro. O sexo vem em primeiro lugar fazendo produzir pais e mães
solteiros, filhos criados pelos avós ou abandonados, inúmeros abortos, doenças
e etc.
“O namoro é o tempo de conhecer o coração do outro, e não seu corpo; é o momento de explorar a sua alma, e não o seu físico. (AQUINO, 2015, p.110)”
“É fácil encontrar dois namorados unidos fisicamente, mas não é muito fácil encontrar dois unidos pelo coração. E mais difícil ainda é achar dois que tenham os espíritos unidos (AQUINO, 2015, p. 100).”
ENTÃO, COMO DEVE-SE VIVER O NAMORO?
è Amar é doar-se ao outro de forma livre e consciente para completá-lo e construí-lo.
è O namoro é a fase onde a pessoa se conhece. Conhece sua sensibilidade, impulsos. É o momento que tem para possuir-se, de sair de sua realidade. E também de decidir aonde quer chegar na vida.
è Relacionar-se não é brincadeira. É participar do mundo do outro e deixá-lo participar do seu.
è O mais importante de tudo é a maturidade. Deve-se namorar quando já se pensa em casar com seriedade. Mesmo que ele esteja longe. Para isso é preciso de uma escolha criteriosa. O que quero? Devo estar com o primeiro(a) que aparecer? Deixar-me atraído pela sua aparência e simpatia? Divertir-se ou viver a vida seriamente?
“Só comece a namorar quando você souber porque vai namorar (AQUINO, 2014, p.52).”
è É preciso de paciência. O amor vem com o tempo. É preciso que o casal revele um ao outro seu interior, valores, motivações, o lado bom e a família de cada um.
è É importante dar atenção e ser uma pessoa presente.
è O diálogo é indispensável. Um namoro maduro acontece se o casal tem constantemente o hábito de conversar, pois através do diálogo cada um revela ao outro como é verdadeiramente.
“Quando o namoro estaciona nos corpos, logo se esgota e termina, mas quando atinge o coração e a alma, torna-se maduro, equilibrado e duradouro (AQUINO, 2015, p.103).”
Jesus é um referencial para todo aquele(a) que almeja viver uma vida completa. Namoro foi feito para acabar. Em casamento ou não. O mais importante é ser uma pessoa ou para Cristo ou para si mesmo. É deixar ser guiado ou pelos seus ensinamentos ou pelos ensinamentos do mundo.
“Não desanime e não se desespere, o Senhor o aguarda para ajudá-lo com sua força. Vá a Ele. Tenha coragem de olhar-se de frente e aceitar sua realidade atual. Em seguida peça ao Senhor que lhe dê a Sua graça para que você possa ser um rapaz ou uma moça apto para amar de verdade. (AQUINO, 2015, p. 41-42).”
1Cor 13, 4-7.
AQUINO, Felipe. Namoro. 45ª ed. Lorena-SP: Cleófas, 2015. 144p.






