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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

ENTÃO, FOI FALTA DE OPORTUNIDADE?



          Ao ingressar numa universidade, o sonho de muitos é ao final da graduação exercer a profissão escolhida. Nesse período de experiência sentimos na pele a distância daquilo que se esperava daquilo que é na realidade. Nem tudo é um mar de rosas. Neste misto de alegrias e desapontamentos ou você se encontra ou você se perde. 

Fora da sala de aula o panorama é complexo. Mesmo que seja o mais capacitado, se não tiver alguém que lhe ajude dificilmente conseguirá. Poder e influência são dois pontos de sobrevivência.

Busca-se estabelecer contatos, conhecer gente. Nesse período de esperas e decepções a cabeça muda. Você se conhece mais e ver que ficar revoltado não resolve nada. Tem que se reinventar e pôr uma finalidade em tudo que fez e faz. Descobrir algo que lhe motive.

 Aí está o centro. Num tempo em que até os sonhos são globalizados, enterramos nossos reais talentos para realizar o sonho dos outros. Para se emancipar é preciso ter a capacidade de mudar. E tirar algo positivo daquela insatisfação. Ninguém disse que seria fácil. Viver é assim mesmo: uma luta!


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

ME FORMEI!!!! E?????


            Antes de qualquer julgamento é preciso saber o “meio que nos cerca”. Apesar de ser uma das melhores economias do mundo, a educação e a saúde pública no Brasil é uma negação. Professor e médico são dois alicerces da sociedade e muitos trabalham muito pra receber uma miséria. E se todo profissional passa antes pelos professores já dar pra adivinhar o resultado. Sem uma boa preparação, sem um salário que estimule é difícil ver bons resultados.

E a vida é cruel e dura, esse é o verdadeiro ensinamento que não se aprende na sala de aula. É muita deslealdade 200 ou 500 pessoas concorrendo à só uma vaga de concurso. Para o vencedor é justo. E os demais farão o quê? Os problemas não esperam e lhe obrigam a tomar uma decisão. Manterei meu orgulho ou vaidade? Ou decidirei sentir a vida na pele?

Tudo é possível e MUITO difícil. Nada está no controle. E preciso muita coragem para encarar a vida. O ensino superior foi benéfico na parte pessoal. Nos traz ensinamento sobre a vida. Sem apoio financeiro fica complicado continuar os estudos. É claro que de agora em diante novas rotas serão traçadas, afinal não se pode parar de viver.


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

UNIVERSIDADE: DOIS ANOS RESTANTES


                                                          inconstanciia.blogspot





          Ironia. A palavra que define o que foi esses quatro anos na Universidade. Assim como foi dito na primeira postagem desse blog. Realmente tudo que se esperava acontecer não aconteceu. A tentativa de aprender a trabalhar em grupo só resultou em aprender ainda mais a trabalhar sozinho. Aquela idéia de que viria ânimo pra se esforçar para realizar algum trabalho foi ilusório. Venho preguiça e mais preguiça carregada de falta de vontade pra tudo. A curiosidade de saber como funcionava as atividades no ambiente acadêmico só resultou em decepção e vontade de ficar com o “bico fechado.”

         Todo planejamento é estragado por causa da palavra de cinco letras: G-R-E-V-E. A única vítima é o estudante que tem seu estímulo e tudo que não se pode supor afetado. O problema deve está muito além das quatro paredes da sala de aula e das reuniões da reitoria. É nacional. A educação pública sempre vai está aleijado porque ninguém acredita nela. É irônico o político falar que acredita no ensino público e matricular seu filho numa escola privada... sem mais o que dizer.

         Mas existe um lado positivo. As pessoas. Os amigos que conheceu lá. As conversas, os passeios é o que vale a pena nos anos da graduação. É a única parte boa, pois fora da Universidade o mercado é cruel e competitivo. Poderá trabalhar ou se passar nos concursos ou com ajuda do QI(Quem Indica). No mais tudo vai depender sabe lá do quê. Deus, Sorte, Esforço...

Walter Luis de Sousa Santos
Estudante de Biblioteconomia 8º Bloco



quinta-feira, 11 de outubro de 2012

POR QUE QUE MONOGRAFIA É UMA DOR DE CABEÇA ?

                                                       cursosdosenai.com.br

          Porque é obrigado a fazê-la como requisito para conseguir o diploma universitário. Só aí já é um estímulo. ESTÍMULO. Está a palavra que é tudo na hora da elaboração de uma monografia. Sem ele não haverá leitura e nem escrita.

          Estímulo se liga muito bem com a CRIATIVIDADE. Não basta sentar na frente do computador e aí “tcharam”, a idéia apareceu! Escrever palavras próprias envolve processo de muita leitura referencias e também muita vontade de lê-las. VONTADE nem sempre existe com textos longos, enfadonhos, fonte 10 (Times New Roman) e outras chatices mais...

          ÂNIMO. Ganhar não sei de onde. Mais é pertinente ter. Não importa como ter ânimo. Seja através da música, de um filme, de uma experiência inusitada ou da conversa animada com alguém. Ajuda muito a ter ânimo quando se gosta do assunto a ser tematizado. Tendo esse requisito já é meio caminho andado e vai ser menos sofrido criar o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso).

          Se não gostar de ler ou escrever(qualquer coisa!) vai se angustiante. Vai se estressar  por qualquer coisa e vai passar horas e horas na frente do PC. Sem falar do conhecimento de gramática, sintaxe e vocabulário, bem necessários que se não forem praticados antecipadamente... imagina aí...

          O bom senso diz que para a criação da monografia ser menos sofrida é preciso gostar de escrever e ler muito. Mas o que acontece quando o indivíduo  ler muito e ainda sim fica horas no computador mexendo a barra de rolagem do Word pra cima e pra baixo torcendo para idéia vir? Organizar os pensamentos é complicado quando nem as fontes que leu tem ligação uma com a outra. Boa sorte para você e para mim!


Walter Luis de Sousa Santos
Estudante de Biblioteconomia 8º Bloco

sábado, 19 de fevereiro de 2011

MOTIVOS PARA ESCREVER


       Por que tenho que escrever? Pra que vai servir? Será que vai ter alguma utilidade?  Minha vida vai mudar com isso? Alguém vai ter o interesse de ler o que escrevi? É... A pergunta que eu fazia é que ainda faço. Já li vários textos de autores falando da função de escrever e de sua real importância. Mesmo assim me pergunto: Por quê e Para quê?

       Gosto de histórias. Seja de desenhos, mangás(HQ japonês) e filmes. E de repente deu uma vontade de criar uma. Não sei logicamente a razão dessa vontade, mas adorei a idéia de viver várias vidas em uma só ou escrevê-las. Você pode aprender com essas experiências e entender as pessoas e o mundo. Imagino de vez em quando:Como é ser um pai mafioso de uma família? (O Poderoso Chefão). Ser um bilionário órfão que as noites sai vestido de morcego pra fazer justiça? (Batman). Ou então ter a sensação de voar pelos céus e ser imbatível? (Superman). Seria surpreendente. Quero saber a sensação disso. Eis aí o primeiro motivo pra escrever. (No momento tenho uma história que depois de 4 anos finalmente vou conseguir terminar.)

       Estou no ensino superior e no final do curso tenho que apresentar e escrever a temida monografia. Para chegar a esse objetivo é preciso ler muito, muito mesmo. Para... (já escrevi 5 vezes). E como quero fazer bem feito e bonitinho tive a idéia de criar este blog. Para começar a praticar a arte de pensar, organizar meus pensamentos e soltá-los de forma coerente, objetiva e sem duplo sentido numa folha de papel ou no computador.

       Tá aí. Dois motivos pra escrever. Não sei se gosto ou não, contudo vou continuar escrevendo. Ainda quero fazer a monografia e a história. Não quero passar o dia todo escrevendo. Tem coisas interessantes por aí. Gosto de cumprir objetivos e por isso estou fazendo isso. Depois que terminá-los vou pensar se vai valer a pena... escrever.


Walter Luis de Sousa Santos
Estudante de Biblioteconomia 5º Bloco

domingo, 23 de janeiro de 2011

UNIVERSIDADE: DOIS ANOS DE EXPERIÊNCIA


       Sempre pensei que Universidade seria algo muito diferente daquilo que eu já tinha visto, que seria algo mais exigente em que veria professores altamente qualificados, estruturas ótimas. Cheios de trabalhos acadêmicos pra fazer. Ficaria sempre das 14:00 às 18:00 e chegava à noite em casa, enfim, que poderia aprender alguma coisa.

       QUE NADA. É até pior que o ensino fundamental e médio que tinham aquelas regras que hoje eu sinto falta.

       O primeiro ponto fraco é esse. Não existe regra nenhuma. Na sala todo mundo pode vir do jeito que quiser. Bermuda, short, camisa regata, camisa decotada, de chinelo. Parece até uma festa com tantas cores e formas. Quando a  coisa é deixada de qualquer jeito a conseqüência é que tudo fique de qualquer jeito.
       A Segurança é uma questão delicada. Até agora não teve nenhum incidente, mas deveria existir controle pra saber quem tá entrando na Instituição. Qualquer um pode entrar sem problemas e fazer o que quiser.

       Quanto aos professores me decepcionei muito com alguns deles. Achava que ia ser diferente, que eles seriam capazes. Ilusão minha. São mais fracos e piores que os dos ensinos anteriores. Uns não tem a didática mesmo, só chegam na sala de aula e “joga” o assunto pra gente se virar. Repete apenas o que está no quadro, não vai além, e no final pensam que estão fazendo um bom serviço. Coitados. Têm uns que preferem falar da vida deles. (Não vejo problema nisso.... MAS... o que importa saber dá vida do cidadão? Vai mudar meu intelecto? Vai cair em algum concurso? . O que acontece é que um ou dois podem achar interessante, contudo, 25 (Tô nesse meio) acham uma total perda de tempo. Tudo bem, não dói nada ele falar umas coisas, só que usar a aula toda pra fazer uma biografia é falta de consciência.
       Bem, eu vejo três motivos para isso. A primeira, a péssima formação dos professores. A segunda, eles vêem a Universidade como um “bico”. Estão ali só temporariamente, o outro serviço é mais rentável e melhor. Deixam sempre a Universidade em segundo plano. A terceira é que eles não sabem mesmo o que estão fazendo.

      Sobre as pessoas o que tenho a escrever é que pessoas são pessoas. Vai ter aquelas que você vai querer puxar um papo e outras que só basta um sorriso e um “E aí”. Vai gostar de fazer trabalhos somente com alguns e ignorar aqueles que não opinam nada, não fazem nada e esperam os outros fazerem alguma coisa. Gente que você vai querer está perto e guardar na lembrança e outros que não vai querer chegar nem perto e que muito menos vai querer lembrar-se dele. (Vocês já conhecem esse tipo!).

       Mas, o que posso dizer com esses dois anos de Universidade é que não espere pela Instituição e muito menos pelos professores. Eles já têm tudo resolvido e finge que se preocupam com você. Dê graças a Deus se conhecer um professor que saiba ensinar, que lhe motive. Cruzar com funcionários que saibam e tenham vontade de trabalhar. Pelo menos na minha realidade é difícil vê bons exemplos. Crie um foco. Estabeleça aquilo que quer e que lhe agrade. Busque as informações. Veja as referências nos planos de cursos e pesquise. Use a Biblioteca ou a Internet. Leia e leia muito. Manter-se informado é caminho pra mudar sua vida. Tente reclamar menos. As coisas não vão ser do jeito que você quer. Todavia não quer dizer que tenha que ficar parado, não, se mexa, fale, faça. É só está preparado pra vitória, pois a derrota é sempre esperada.

       É provável que essas opiniões mudem mais pra frente, mas no momento elas são estas.

Walter Luis de Sousa Santos
Estudante de Biblioteconomia 5º Bloco
suilsantos@hotmail.com
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