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sexta-feira, 15 de abril de 2016

A LEITURA E EU

          Pouquíssimos foram os livros de literatura que li. Mais ainda foram os que li da primeira até a última página. Comecei a ler os ditos “clássicos”. Tão rápido eu começava a lê-los, tão rápido os abandonava pela falta de compreensão/interesse. Na época do ensino médio ouvia os professores falando com tanta empolgação de alguns livros que me empolgava. Só que quando eu ia ler.... Talvez se eu tivesse o hábito de leitura desde cedo podia ser diferente. Não teve incentivo. Meus pais se esforçavam para trazer o bendito dinheiro pra casa. Eram submetidos a humilhações e injustiças. Quando chegavam em casa só queriam descansar. Mesmo se quisessem fazer outra coisa o cansaço impedia.


            Não posso colocar culpa nos professores. Já naquele período (década de 90 do século XX e início deste) não eram motivados tanto por si mesmos como pelo sistema de ensino. Fiquei acostumado a linguagens áudio visual, mas sinto que alguém deveria ter me motivado, afinal não sabia de nada.


             Só que num certo dia de 2003 meu pai chegou com um mangá (HQ japonês) de um desenho muito famoso (Dragon Ball Z). As imagens somadas com as palavras num balão me despertaram ânimo e vontade. Vontade de ler. A vontade só aumentou com outro mangá de outro desenho famoso (Cavaleiros do Zodíaco). Lê-los era minha razão de ser entre 2003-2008. O tempo passou e cresci. As necessidades de leitura mudaram. Tenho me apegado aos livros de conteúdo espiritual (da Igreja Católica Apostólica Romana), a biografias de roqueiros e aos de Sherlock Holmes.

            Não começou do jeito que eu queria, mas hoje a leitura faz parte da minha vida e fará até o final.
           



segunda-feira, 8 de julho de 2013

DEATH NOTE (CADERNO DA MORTE)




A versão animada de Death Note (Caderno da Morte) tem uma história que escapa o padrão dos desenhos japoneses famosos. Em vez das cenas de luta e uso de poderes, seu forte está nos diálogos e na capacidade lógica que os personagens centrais utilizam para resolver os conflitos que surgem.

Yagami Raito é um jovem estudante de ensino médio que acha um caderno estranho capaz de matar qualquer pessoa que tiver seu nome escrito nele. Adotando o pseudonome de Kira, resolve matar aqueles que considera como maus.  Seu objetivo era criar um mundo onde não há violência. Três investigadores prodígios, primeiramente  L e depois, Near e Mello decidem deter suas ações.

O poder não foi feito para todos. Corrompe a mente, o coração e ainda engana. Raito é super inteligente e entediado. Ao ter o poder de decidir quem vive e quem morre achou ingenuamente ter recebido uma missão divina. E pensou que era o único capaz de realizar isto. Não enxergava, porém no que realmente ele tinha se transformado:

“Você é só um assassino! E este caderno é a pior arma da história da humanidade. Você foi corrompido pelos poderes do caderno. Um assassino serial enlouquecido que almeja ser Deus. Só isso. Nada mais.” Resume um personagem. 

Death Note foi criado por Tsugumi Oba exibido entre 2007 e 2008 no Japão contando com 37 episódios.

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