Este blog é a oportunidade de expressar em palavras um pouco dos muitos pensamentos que estão em minha cabeça.
domingo, 1 de abril de 2018
HOJE NÃO É O DIA DA MENTIRA!
sábado, 24 de março de 2018
TENTANDO ACHAR O PRÓPRIO CAMINHO
domingo, 4 de março de 2018
DEPRIMIDOS?
Depressão, doença social bastante difusa vem se ampliando e
parece que o avanço tecnológico e o bem estar social dão lhe mais impulso. A
tristeza de uma felicidade não alcançada mostra-se como principal causa. Apesar
de apenas um profissional poder dar o diagnóstico, precisamos ficar “ligados”.
Não se trata de uma ameaça, mas de uma presença que pode afetar aqueles que
amamos. E a nós mesmos!
Alguns acontecimentos podem desencadear uma tristeza profunda:
Ø Perda de alguém pela morte;
Ø Perda do emprego;
Ø Términos de relacionamentos ou casamentos;
Ø Afetos não recebidos pelo pai ou mãe;
Ø Amores não correspondidos;
Ø Fracassos profissionais;
Ø Falta de sentido na vida;
Ø Não aceitação da realidade.
Em casos mais graves pode levar ao suicídio. Pessoas veem nesse ato uma forma de expiação ou desejo de alcançar uma vida nova, mais perfeita e serena. O insucesso nos estudos, falta de afeto dos pais, amor não correspondido e dificuldade de inserir-se na vida adulta são fatores que levam os jovens ao suicídio. Os idosos são atingidos pela sensação de inutilidade, doenças que duram a vida toda e visão negativa do mundo.
Para lutar contra a depressão precisa:
Ø Mudar o modo de
comportar-se em confronto consigo mesmo e com o mundo que o cerca.
Ø Regular horas de sono,
alimentação adequada, diminuição de estimulantes.
Ø Usar o humor.
Ø Conhecimento de si e
controle emocional.
Ø Impor limites.
Ø Mudar de vida, trabalho,
lugar, conhecer novas pessoas.
Ø Buscar novos gostos.
Ø Uso de remédios em casos graves.
Crendo no Deus do evangelho (e não o da nossa cabeça!) e
praticando a caridade somos capazes de encontrar o sentido da vida no
sofrimento.
Nunca vai ser fácil. Podemos nos entregar:
"Se alguém chega ao ponto de não mais
suportar a própria vida, se já não está em condições de dispor de maneira
realmente livre de si mesmo e em tal estado chega ao ponto de pôr fim à própria
vida, a essas pessoas cabe às mãos do Deus da misericórdia
acolhê-las". Karl Rahner (CANOVA, 1999,
p. 24)
Ou podemos lutar:
"Todos os homens e mulheres que
conseguiram superar a enfermidade, estão testemunhando que existe um caminho de
salvação e que há a possibilidade de
percorrê-lo". William Stryron. (CANOVA, 1999,
p. 10).
Atualizado, 06/10/2024
Fonte:
CANOVA, Francesco. Estressados ou
deprimidos? 2 ed. Tradução de Clemente Raphael Mahl. São Paulo:
Paulinas, 1999. (Coleção: Psicologia e você). 80p.
domingo, 4 de fevereiro de 2018
LIBERDADE QUE MATA
sábado, 6 de janeiro de 2018
DEUS E NOSSO PASSADO
O mal nunca traz
recompensas.
“Nós podemos não ser responsáveis pelo nosso passado,
mas somos totalmente pela atitude, que no presente assumimos diante dele.”
(CENCINI, 2007, p. 268-269).
Recordar de modo negativo e ressentido um tratamento
injusto sofrido no passado é o mesmo que perpetuá-lo de maneira amarga em nossa
mente e coração. Para isso acabar é preciso dar um novo significado ao que se
passou. Com o conhecimento de nós mesmos somos capazes de aprender a vida em
qualquer situação, tipo de pessoa ou local.
Através da Fé descobrimos que a experiência mais
dramática pode ser recuperada pela consciência do valor mais imenso da vida. A partir
da Revelação de Jesus Cristo entregamos nosso passado (com dores e feridas) e o
presente (com dificuldades e aspirações) a Ele e ao próximo. Não com base em
talentos e capacidades pessoais, mas através de um ato de Fé. Existe uma
misteriosa presença divina em situações negativas (Cf. Is 49,15) em que a
própria fraqueza pode tornar-se manifestação do poder de Deus (Cf. 2Cor12,
7-10). A consciência dos próprios erros pode transformar-se em experiência com
o Deus rico em misericórdia (Cf. Sl 50).
“Não é ruim conhecer o mal, se é para melhor conhecer o
bem”.
Não tem como dominar e eliminar o mal. É preciso de
coragem. Coragem para lutar. Coragem para mudar de vida. Coragem para mudar o
ser e o pensar. Lutar contando com as forças de Deus.
Ele capaz de dar a vida, de transformar a realidade, de
fazer nascer a vida onde alguém havia semeado a morte, de reacender aquele
desejo de verdade e de bem presente em toda vida no mais calejado no pecado; de
dar esperança onde parecia dominar somente o desespero, de reconstruir onde alguém destruiu, de fazer
partir aquele que parou desesperançado, de reerguer quem havia caído. (CENCINI,
2007, p. 438).
Fonte:
CENCINI, Amadeo. A
Árvore da vida: proposta de modelo de formação inicial e permanente.
Tradução de Antônio Efro Feltrin. São Paulo: Paulinas, 2007. (Coleção Carisma e
Missão). 469p.
Atualizado em 25/08/2023
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
CARÊNCIA AFETIVA
Durante toda a vida somos extremamente necessitados de carinho, atenção, compreensão e, sobretudo de afeto e presença. Pode-se entender o afeto como uma “ligação forte” e a presença como transmissão de segurança.
Em meio a pressa e ao individualismo, típico do nosso tempo, está difícil essa ligação forte e sobram ausências.
Solidão incomoda quando não vem de escolhas, mas de imposições da vida. Estar só é perceber uma falta. Nesta falta achamos de forma errada que somente uma pessoa vai supri-la.
Estar apegado a alguém é muito dolorido quando se espera muito dela.Às vezes estamos vivendo uma vida que não é nossa. Demos liberdade demais a algumas pessoas para nos dominarem. E achamos que não conseguiremos viver sem elas.
A necessidade exagerada de atenção pode despertar a vontade de mascarar sentimentos e emoções. Falar e mostrar o que não se deve. Criar uma imagem errada do outro e de si mesmo.
Necessidades sempre vão existir. Mas precisa-se de ordem. Difícil se valorizar, planejar e ter foco se passa o dia a ver “status” e publicações da vida do outro. Num mundo violento, perigoso e pervertido precisa-se ser criterioso. Uma pessoa pode sim acabar com a vida da outra. Deixando-a nula, escrava, desanimada, desmotivada e submissa.
Se
a cultura impõe uma pressão e uma “obrigação” em ter alguém é preciso escolher
e conviver com pessoas que pensam o oposto. Que querem ser felizes sem se
destruírem e sem se enganarem. Necessário mudar a mentalidade, os valores, os
conceitos, as companhias, a visão de mundo.





