Este blog é a oportunidade de expressar em palavras um pouco dos muitos pensamentos que estão em minha cabeça.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
O REGRESSO (THE REVENANT)
sexta-feira, 29 de julho de 2016
A LIBERDADE INTERIOR
É vencer os obstáculos impostos pela sociedade e ultrapassar os
próprios limites?
É controlar a vida?
Se tudo não é como se quer vem a revolta: com a vida, com as situações que permitiram que certas coisas acontecessem, com Deus, com as pessoas e consigo mesmo. Essa revolta vem acompanhada de uma vontade de se esconder de tudo e todos.
É
comum se lamentar do passado e principalmente dos projetos que não deram certo.
É compreensivo ter medo de tomar decisões definitivas com o receio de o
resultado for (mais uma vez) decepcionante. Por vezes se imagina o que poderia
ter acontecido (ou porque não ter acontecido) fazendo com que atitudes
inadequadas ocorram. Perde-se energias tendo relacionamentos afetivos
destruidores onde acha-se que o outro deveria ser como eu quero que ele seja.
Na agitação, busca-se soluções precipitadas que no final nada resolvem.
Há
muitos caminhos. Muitas possibilidades. Muitas respostas. Alguns encontram a liberdade
interior pela fé, amando Deus que ama como somos (não da forma como deveríamos
ser). É Ele que nos dar a força para entender que se cresce através de
situações a qual não se tem controle; que se tem que decidir por si mesmo.
É
difícil de aceitar a ideia de viver na fé em Cristo com pensamentos,
experiências pessoais e dezenas de questionamentos e pontos de vista. Mas onde adquirir
a capacidade de amar um amor livre de cobranças? Como fortalecer o interior?
Como superar as inseguranças e os temores? Como não ser consumido pelos
fracassos e olhar com perseverança para o futuro?
PHILIPPE, Jacques. A liberdade
interior. 8ª ed. Aquiraz-CE: edições Shalom, 2011.
quarta-feira, 27 de julho de 2016
A VIDA NO PODER DO ESPÍRITO SANTO
Existem na Igreja os Dons Carismáticos do Espírito Santo. São nove: Dons de língua, Interpretação das línguas, Discernimento dos espíritos, Fé, Milagres, Cura, Ciência, Sabedoria e Profecia. Recebemos esses dons no batismo no Espírito Santo (ou Efusão do Espírito Santo, termo mais utilizado).
O Espírito Santo é uma das três pessoas da Santíssima Trindade onde o recebemos no batismo. Não se trata apenas de um símbolo ou apenas de um nome, mas de uma força e poder nos dado por Jesus Cristo. Para quê? Para recebermos a cura de nosso coração, renovação interior, iluminação da inteligência para compreender as Sagradas Escrituras. O Espírito Santo também nos move e nos impulsiona a mudar. Mudar maneiras de pensar e agir.
O Espírito Santo é a força do alto que toma
nos braços o homem sem entusiasmo, sem coragem e o leva a agir. Ele é a força
dos fracos. Deus vem ao encontro daquele que já não tinha planos nem projetos
para o futuro, apenas sonhos frustrados, e inverte a situação. Levanta a
pessoa, e a faz agir. Antes, ela desistia de antemão, não acreditava em si
mesma, e a vida a arrastava. Agora, porém, tudo mudou: é a experiência de um
nascer de novo. (MENDES, 2007, p.41).
Para que o Espírito Santo manifeste seus carismas
precisamos de uma fé confiante e um desejo que vem do fundo do nosso coração.
MENDES, Márcio. A vida no poder do Espírito Santo. São Paulo: editora Canção Nova, 2007. 103p.
sexta-feira, 1 de julho de 2016
TERRA DE MARIA (MARY’S LAND)
quinta-feira, 23 de junho de 2016
IDEOLOGIA DE GÊNERO?
quarta-feira, 8 de junho de 2016
WALL STREET
Money, Money, Money
quarta-feira, 1 de junho de 2016
MARIA: A BIOGRAFIA DA MULHER QUE GEROU O HOMEM MAIS IMPORTANTE DA HISTÓRIA, VIVEU UM INFERNO, DIVIDIU OS CRISTÃO, CONQUISTOU MEIO MUNDO E É CHAMADA DE MÃE DE DEUS
O título gigantesco parece exagerado, mas é bem apropriado. O livro analisa os fatos, os documentos, os personagens, as datas e os nomes. Começa com a suposta morte de Maria em Éfeso (segundo a Beata Anne Catherine Emerich); Discorre a insistência da imperatriz Élia Pulquéria em inaugurar a devoção a ela; Chega à reforma protestante; Aborda os dogmas marianos e relata algumas aparições.
Para os católicos, Maria (ou Virgem Maria ou Nossa Senhora) é a mãe do filho de Deus. Sua importância reside por acolher em sua vida a vontade de Deus e por ser um modelo de discípula de Jesus.
Mesmo não sendo uma deusa, Maria desperta a fé em muita gente. Sendo que ela é o meio que nos conduz a Jesus. É sabido a partir dos evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João) que Jesus é o único mediador entre a humanidade e Deus. Mas nos mesmos evangelhos é mostrado que Ele quis dispor de auxiliadores, para transmitir sua mensagem a todos. Lá do Céu, Maria manda graças para aqueles que precisam de suas orações.
Para outros, Maria deixa muitas interrogações. Não acreditam que ela tenha gerado Jesus por ação do Espírito Santo; que permaneceu virgem por toda sua vida ou que foi levada para o Céu.
É compreensível duvidar de textos escritos há muito tempo. Mas tem dois fatos importantes que ajudam a aumentar a veneração a ela.
Primeiro são as aparições. Nelas Maria faz apenas repetir o que seu filho disse. Além disso, os lugares que ela apareceu são transformados em Santuários onde as pessoas vão lá para rezar. Segundo é que os pedidos feitos a ela são atendidos. É Jesus que concede, mas por meio dela.
Maria guardava tudo no coração e foi a serva de Deus que acreditou em suas promessas. Nisto alguns acreditam e outros futuramente acreditarão.
ALVAREZ, Rodrigo. Maria: a
biografia da mulher que gerou o homem mais importante da história viveu um
inferno, dividiu cristão, conquistou meio mundo e é chamada de Mãe de Deus. São
Paulo: Editora Globo, 2015. 223p.






