Este blog é a oportunidade de expressar em palavras um pouco dos muitos pensamentos que estão em minha cabeça.
segunda-feira, 15 de junho de 2015
O MERCADO DE TRABALHO DETERMINA SUA FELICIDADE?
segunda-feira, 8 de junho de 2015
INTERESTELAR
Grupos
de astronautas partem para o espaço em busca de planetas compatíveis com a
vida. A missão dá errado e eles precisam dar um jeito de enviar uma mensagem aos
que estão na Terra para salvá-los de um fim iminente.
Interestelar (Interstellar, 2014) traz algumas observações:
·
Ao se
olhar para o espaço, a pergunta que se faz não é apenas se estamos sozinhos. Com
guerras, catástrofes da natureza e pragas acha-se que o fim está próximo.
·
Dar passos
ao desconhecido é muito arriscado. A prática é diferente da teoria.
·
Percebe-se
que não se estar preparado para imprevistos.
·
Diante
do perigo vem à tona o instinto de sobrevivência (mesmo acompanhado de uma
natureza má).
·
O amor
pode nos mover.
O filme ainda traz em seu roteiro dilatações
no tempo-espaço tão presentes em outros títulos de ficção científica. Em alguns
momentos da história você vai se perder e não vai compreender algumas coisas da
narrativa (ou não). Mas a trilha sonora e as atuações (principalmente de Matthew
McConaughey) garantem a qualidade do filme.
terça-feira, 5 de maio de 2015
MINHA AMIGA
domingo, 26 de abril de 2015
ELA (HER)
O personagem principal do filme era incapaz de encarar emoções reais
e queria preencher o buraco deixado de um relacionamento que não tinha dado
certo. Compra um Sistema Operacional, uma voz, ao qual com o tempo acaba se
apaixonando. Só que as atualizações vêm tornando o SO mais “humano” deixando o “relacionamento”
comprometido.
Lidar com a parte afetiva é
difícil para qualquer ser humano. Mais ainda superar o término de um
relacionamento amoroso que se tinha certeza que daria certo. Fica um buraco e
uma lacuna de perguntas a serem respondidas. Aquilo que se estava fugindo e não
recebendo a devida atenção vem à tona. Viver a solidão não é fácil. As pessoas
têm uma importância em nossas vidas mesmo que não seja para “dividir corpos”.
De Spike Jonze. Com Joaquin
Phoenix, Rooney Mara e Scarlett Johansson. EUA, 2013, 2h 06min.
quarta-feira, 25 de março de 2015
A CANÇÃO DE ANTES DE DORMIR
domingo, 15 de março de 2015
PERCORRER
Não era como eu imaginei
Não tenho tudo aquilo que eu pensava alcançar
Antes dos 33
Não sou exemplo bem sucedido
“Homem do ano, ”o que venceu”
Não era bem assim no meu sonho
Mas tenho Deus
Demoro a me organizar
A cada réveillon faço promessas em vão
(”Nesse ano eu vou mudar”)
A grana é curta. Ninguém me liga
Eu engordei, ou a roupa encolheu
Eu tô com mais problemas que ontem
Mas tenho Deus!
E Ele não demora a me certificar
De que alguma hora eu perceberei
O que eu preciso para ser feliz
E eu aqui tentando achar
Alguma explicação pra tanta linha torta
E ele diz, sorrindo, assim: “confia em mim”
Mesmo parecendo que não
Mudando um pouco o ponto de vista
E escrevendo uma canção
Para que tanta coisa querer e não ter o essencial?
Eu creio que algo novo me espera
Pois no final (pois sempre!) eu tenho Deus!
segunda-feira, 2 de março de 2015
RAIN MAN
Raymond
Babbitt (Dustin Hoffman) é um autista funcional. Possui dificuldades de se
expressar ou entender as próprias emoções de maneira tradicional, ao mesmo
tempo detém certas habilidades. Vive sua
vida a partir de rotinas e rituais e tem problemas quando eles são quebrados.
Ray herda três milhões de dólares. Quando seu irmão Charlie Babbitt (Tom
Cruise) descobre o “rapta” do hospital na tentativa de obter metade da
herança...
O
filme pode servir como forma de se entender o qual é transformador a
convivência.
Conviver
com quem é diferente pode ser um enorme sacrifício, pois muitas vezes
precisa-se passar por cima das próprias vontades. Quem faz isso recebe como benefício
uma experiência jamais vivida e que ficará guardada por toda vida.
Normal
querer o bem de quem gostamos. Mais ainda de quem tem uma ligação forte ou a
quem nos fez algum bem. Deixar para trás interesses e orgulhos e se colocar à
disposição do outro ajuda a nos tornar cada vez mais humanos.
Vencedor
de quatro Oscars: Melhor Filme, Ator(Dustin Hoffman), Diretor e Roteiro
Adaptado
De Barry Levinson. Com Valeria Golino. EUA, 1988, 2h
13min.




