segunda-feira, 29 de maio de 2017

PROBLEMAS NO NAMORO



AQUINO, Prof. Felipe. Problemas no namoro. 10 ed. Editora Cléofas: Lorena-SP, 2014. 184pg.

Não desistimos de algo facilmente se a finalidade for bem forte. Não desviaremos o caminho se soubermos para onde estamos indo. Deus é a finalidade e o destino final (lá no Céu)! Ele nos deu auxiliares e formas para irmos a Ele. O casamento é uma das formas. Antes dele vem o namoro.

O namoro é uma experiência que vem se tornando muito negativa. Pela falta de propósito, razão, finalidade, ou quando as coisas dão errado mesmo, muitos namoros acabam e terminam deixando feridas eternas nos corações. É preciso ver nessas frustrações aprendizados de vida e se ligar quer:

  • O amor é uma conquista;
  • Crescimento mútuo;
  • Entender o que está acontecendo;
  • O que é fundamental na relação?
  • Nem sempre a pessoa que desejamos nos quer;
  • A vida é uma realidade e não um sonho;
  • Reconhecer o erro, pedir perdão e reconquistar a confiança;
  • Problemas repetidos nos pede reflexão;
  • Investir tempo, carinho e atenção à pessoa querida;
  • Aceitar a perda com fé e razão;
  • Muita gente falsifica e mente a própria identidade pela internet;
  • Não se deve namorar um amigo só para ajuda-lo;
  • Se vai dar certo depende da motivação de cada um;
  • Se busco o casamento, segredos tem que ser revelados;
  • Não esperar soluções mágicas e proféticas. Usar as faculdades que Deus nos deu;
  • Ter encontros cara-a-cara;
  • Frequentar ambientes cristãos se quer o namoro santo!
  • Assumir responsabilidades;

Que bom se a vida tivesse um manual. Só que não! Temos que ter Fé nas revelações de Jesus Cristo! É preciso arriscar e ter consciência:


  • Sem Deus não mudamos!;
  • Temos que ter vida espiritual forte e perseverante;
  • O mais importante é fazer a vontade de Deus. Pedir Sua Graça;
  • Para Deus o mais importante é a luta;
  • Está firme em Deus e amá-lo.

domingo, 21 de maio de 2017

A SAGRADA TRADIÇÃO



AQUINO, Prof. Felipe. A sagrada Tradição. 9 ed. Lorena: Cléofas, 2015. Coleção escola da Fé vol. I. 176pg.

REVELAÇÃO DIVINA?

A revelação divina chegou até nós de duas formas. Uma por via oral (tradição) e por via escrita (bíblia). Todas elas transmitidas pelo Sagrado Magistério (Papa, bispos, arcebispos, padres).


COMO SE DEU ISSO?

Os apóstolos aprenderam com Jesus. Convivendo, vendo e ouvindo-o. Ou de sugestões dadas pelo Espírito Santo.

QUAIS FORAM AS INSPIRAÇÕES DADAS PELO ESPÍRITO SANTO ?

Batismo ministrado nas crianças por infusão (derramamento) e não por imersão d’água;
Veneração de imagens, ícones;
Veneração aos santos (dulia) e a Nossa Senhora (hiperdulia);
Purgatório, ritos litúrgicos, as grandes devoções populares.

PADRES DA IGREJA?

Os padres da igreja foram homens que nos séculos II ao VII firmaram os conceitos de nossa fé e enfrentaram muitas heresias. São responsáveis pelo que chamamos de Tradição da Igreja.
Ex: Santo Irineu, São Jerônimo, Santo Agostinho, São Bento de Núrcia, São João da Masceno.

DOUTOR DA IGREJA?

É um título concedido a um cristão que demonstrou em seus escritos um notório saber teológico. Ao total temos 33.

Santa Teresinha de Lisieux é um caso a parte. Esta monja desenvolveu as palavras de Jesus que nos convida a viver como crianças espiritualmente (Mt18, 3) sendo filhos bem amados na presença de Deus. Por suas deduções e simplicidade expostas em sua autobiografia “História de uma alma”, escritos e poesias foi declarada doutora pelo Papa João Paulo II em 19/10/1997.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

POR QUE ESTÁ TÃO DIFÍCIL SE RELACIONAR?



     Se relacionar com os outros é  complicado. Passos devem ser dados e ser correspondidos. Não é tão simples. Há dias que damos passos a frente, mas o outro dá passos para traz ou vice-versa.

        Há expectativas não realizadas.  Às vezes é difícil contar com os outros e viver com decepções. Na vergonha de esconder ou revelar  carências nos fechamos no nosso mundo. 

        Nunca se escondeu tanto de si mesmo ao outro como nesta geração das redes sociais. Estranho. Revelar sua intimidade a terceiros e ser uma verdadeira tartaruga escondida no casco aos mais próximos. Muito complicado  equilibrar o momento de solidão e o de socializar. Tem pessoas que conseguem. Tem pessoas que não. Do mesmo jeito que tem os que tem facilidade de se expressar e outros não.

        Mas se a cada decepção nos fechar e refugiar no nosso mundo particular (e ficar por lá) viveremos de ilusões e mentiras. Importante  está disposto a aprender e a mudar independente da situação em que se encontra ou de como o outro é. Temos que ter paciência e ser compreensivo com nós. Aceitar a escolha do outro. Ou deixo a pessoa seguir seu caminho e torço para sua felicidade  (se gosto verdadeiramente dela) ou dou aquilo a partir da abertura que ela me deu. Ofereço a mão nas horas de dificuldades. Muitos sofrem por relações mal vividas. E tem medo de se relacionar de novo com medo de se machucar.


        E outro coisa. Amar é se abrir.  Os espinhos podem entrar. Mas também podem sair com a ajuda necessária de Deus.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

VIVEMOS NUM MUNDO TRISTE?



             Lamenta-se pela vida não ser do jeito idealizado; a insatisfação com o que se tem; a vitória do outro e as próprias derrotas; o emprego não ser bom; pelas coisas; pelo tempo que passou; pelo o outro não ser do jeito querido. Lamenta-se de ser o que é.

         Que mundo estranho. Somos mais sociáveis com quem menos vemos (e nem vemos); passamos pouco tempo com quem amamos; comemora-se e faz homenagem a quem não está mais entre nós; só visitamos o outro quando está doente; mata-se de trabalhar para viver; fica-se com alguém que não se importa conosco. Mente-se para si mesmo.


            Na vida se passa por lamentos, saudades e mentiras. Alimentando-se delas a dor nunca vai sair e nunca vamos mudar. Precisa-se um olhar diferente diante da vida. Crer que pessoas e as coisas passam e não voltam mais. A vida nunca vai ser do jeito desejado. É possível tirar algo bom da vida. Agora, qual a nossa fé?

domingo, 16 de abril de 2017

POR QUE QUERER DESTRUIR A PRÓPRIA VIDA?



            Juventude. Momento ímpar na vida. Nela há muito vigor. Encontrar o diferencial e ser o melhor. Vontade de emancipar-se. Fazer de acordo com a vontade, conhecer lugares e pessoas diferentes. Busca-se encaixar-se. Encontrar um lugar no mundo. Para isso, precisa-se decidir entre os caminhos existentes.

            O certo ou mais fácil? Hoje as facilidades tem dificultado o relacionamento com nosso interior. Não se sabe como relacionar-se consigo mesmo. Na frente dos demais apresenta um tipo, mas na solidão um outro. Se não se ama, não se aceita, não se perdoa, existirá formas de ter paz? Na falta de cuidado dessa área da vida, acaba-se por escolher os caminhos errados. A mentalidade reinante fala do preocupar-se somente consigo mesmo. Eu sou o centro! Não há espaço para ceder e dividir. Só há ambição e interesses!

            Como suportar as dificuldades diante dos problemas? Os caminhos... a maioria opta pelo caminho da morte, onde reina a tristeza. Numa data onde se celebra o Deus vivo, chama atenção a quantidade de pessoas se destruindo. Existe algo de muito errado em como levamos a vida. As facilidades só levam a perdição. Diante de tudo isso, resta escolher!


 Eu escolho a vida!

sexta-feira, 14 de abril de 2017

TRABALHAR PARA VIVER OU VIVER PARA TRABALHAR?



      Não é errado trabalhar. Além de ocupar a mente, nos tornam mais dignos e responsáveis. Do trabalho tiramos o dinheiro de nosso sustento, damos amparo a nossa família e permite a concretização de nossos sonhos. É através do trabalho que o homem se realiza.

            Agora, corre-se o risco de perder muito da vida se o trabalho for o centro de tudo. Perdemos o quê?

  • Casamentos e Família;
  • Você mesmo;
  • O coração.

Casamento e Família = As pessoas são únicas. Precisam de atenção e presença. Como vou fazer isso se a maioria do tempo eu estiver no trabalho? Como meu filho vai me chamar de “pai” se estiver sempre ausente? É possível transmitir valores aos nossos filhos dando apenas dinheiro e liberdade para se destruírem? E o amor? Sim, somos necessitados de afeto e carinho. Como se ama alguém que se importa mais com o trabalho do que você?

Você mesmo = É preciso encontrar graça na vida. Viver as coisas simples. Num sufoco ficamos se acordamos, dormimos, sonhamos, comemos, andamos e pensamos só no trabalho; Nem sempre se estar satisfeito mesmo ganhando bem; Perde-se o emprego mesmo sendo esforçado e legal; Não exercemos nossa real habilidade e trabalhamos por pura necessidade (desanimado, desmotivado, desestimulado); Somos até humilhados e descartados; Passiveis de injustiças e colocados de lado.

O coração = A empresa pensa com a cabeça, mas precisamos cuidar de nossos corações. Corpo e mente precisam de descanso. Não somente por questão de saúde, mas também porque somos movidos por emoções. Se nossa vida pessoal não vai bem, nada vai bem. Sentimentos não sãos besteiras.

Temos uma vida única e preciosa. Importante realizar coisas, mas não é tudo na vida. Com essa ânsia de Fazer deixamos passar o que realmente importa.


terça-feira, 4 de abril de 2017

FUGIR PARA ONDE?



Na busca de bem-estar procuramos distrações (o que assistir? Para onde ir? O que fazer?) e obter assim, realizações. Tudo tem que ser bom e agradável. Ao dormir esperamos estar contentes e ansiosos pelo amanhã. Não é bem isso que vem acontecendo. Pior, em vez de obter gosto, temos inquietações e sensações de estar perdendo tempo.

            O mundo vem dando tantas ocupações que não sabemos mais o que queremos. São tantas opções e facilidades que não sabemos mais o que escolher. Adiamos e evitamos ao máximo tomar decisões definitivas. Esperamos por algo certo, seguro e confortável. Resultado? Dúvidas e medo de arriscar.

A situação é bem delicada. Se os filhos de boa condição desperdiçam o bom preparo educacional, a boa saúde e o dinheiro dos pais com trivialidades, de outro lado, os de baixo poder aquisitivo vivem a mercê dos péssimos serviços públicos e só se dão bem na vida, ou por sorte ou quando alguém rico o ajuda. Fora que sobrevivem de subempregos e de trabalhos escravizantes.

            Vendo bem a fundo a diferença está no dinheiro, pois a agonia do rico e do pobre é a mesma: a falta de finalidade na vida. Fazemos o que fazemos por imposição de uma mentalidade. Qual seria? A de que o dinheiro é tudo o que precisamos. Talentos são enterrados porque o indivíduo faz porque é o jeito e o que existe não é compatível com suas capacidades. Relacionamentos começam e terminam porque os casais não sabem o que é se relacionar. Planos e projetos pessoais são destruídos pelas surpresas da vida. Resultados? Temos um amontoado de pessoas desanimadas, depressivas, desequilibradas, desestimuladas e doentes.


            Então, se a realidade é esta; nossa vida não é como queremos e não podemos mudar as coisas tão facilmente só resta fugir. Fugir como forma de obter felicidade e graça nas coisas. Só que os inúmeros filmes, seriados, shows, passeios, games e viagens não resolvem se não buscamos por uma finalidade. Para quê faço o que faço? Se revoltar e dá uma de doido não vai resolver. O que precisamos é buscar o essencial, a verdade e o eterno na vida. Não resolve, mas ameniza a angústia. 
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