Algumas
músicas se tornam trilha sonora da nossa vida, mesmo que o real significado das
letras não tenham nada a ver. Quando várias músicas de uma mesma banda “falam
conosco”, logo a banda se torna parte da gente. Quando um dos membros morre ou
quando a banda acaba a sensação é como se parte da nossa vida também se fosse.
Stone
Temple Pilot por exemplo. Ela é aquela banda que traz um misto de alegria e
tristeza ao mesmo tempo. Alegria porque era o vocal de Scott Weiland que se
encaixava no som que a banda fazia. Ele não apenas mudava de aparência, sua voz
mudava em algumas músicas. E por falar nas músicas, elas não eram um mero produto.
As letras não eram só palavras rimadas ou jogadas. Elas foram sentidas e
vividas pelos compositores (principalmente por Scott). Existia algo de verdadeiro
ali. Os temas são variados: Tensões emocionais, palavras mal escolhidas nos
relacionamentos, observação social, desconforto existencial, busca por alívio,
busca por redenção, transição da vida, vício em drogas, apegos, solidão,
traições, expectativas não realizadas, traumas de abusos, decepções amorosas.
Tristeza
porque nada é para sempre. Scott se foi em 2015. Vendo sua vida, se reafirma
que a fama e sucesso não é para qualquer um. As drogas como sempre só
anestesiavam a dor, mas nunca resolviam os problemas.
Seja
para transmitir alegria ou tristeza, trazer boas ou más lembranças as músicas
estão aí e algumas delas permanecem para sempre em nossa memória.
Playlist Obrigatória: And So I
Know / Big Empty / Crackerman (Live) (MTV Unplugged) / Creep / Dead
& Bloated / Glide / I Got
You / Interstate Love Song /
Kitchenware & Candybars / Lady
Picture Show / Plush / Sour
Girl / Unglued / Still
Remains / Vasoline / Wicked
Garden (Live) (MTV Unplugged) /
Wonderful.



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